quarta-feira, 11 de julho de 2007

Mistério no Acre

Pesquisadores estudam escavações na Amazônia


Profissionais do Brasil e da Finlândia tentam desvendar mistérios no Acre e Amazonas. Eles analisam e fazem o mapeamento de antigas estruturas geométricas.


Do G1, com informações do Jornal Hoje

Pesquisadores do Brasil e da Finlândia tentam decifrar o mistério dos geóglifos. São grandes estruturas geométricas escavadas no chão, que foram descobertas no Acre e no Sul do Amazonas.

Veja o site do Jornal Hoje

A imensidão da floresta esconde mistérios sobre o passado da Amazônia. No Acre, pesquisadores descobriram cerca de 100 geoglifos. Uma das estruturas geométricas tem 40 mil metros quadrados. Uma das hipóteses é que essas valas tenham sido construídas para proteger uma aldeia que desapareceu há muito tempo.

Pesquisadores da Finlândia e do Brasil estão catalogando todas as estruturas. Eles medem, analisam o solo e fazem novas escavações. Uma arqueóloga da Universidade de Helsinque, na Finlândia, diz que procura pedaços de cerâmica e carvão que podem ajudar a identificar a idade das construções e os povos que viviam no local.

O Acre faz fronteira com o Peru, onde aviadores descobriram centenas de desenhos elaborados no início do século passado. Alguns já estavam lá quando Cristo nasceu. Os mais famosos são o colibri, o macaco e uma aranha de 62 metros de largura. Tanto no Peru quanto no Brasil, a finalidade dessas estruturas ainda é um mistério.

Preservação

No Acre, os primeiros sítios foram descobertos há 30 anos. Mas esta é a primeira vez que o assunto é estudado com mais profundidade. A principal preocupação dos pesquisadores é mapear cada uma das estruturas. Vários desenhos já foram cortados por estradas e linhas de transmissão de energia.O pesquisador Alceu Ranzi, da Universidade Federal do Acre, diz que é necessário estudar as estruturas para garantir que elas sejam preservadas.

Clique aqui e leia mais sobre o assunto em vários artigos, de diversos autores, publicados no blog do jornalista Altino Machado.

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