Caro Raimari,
Recentemente enviei um pedido no qual solicito os seus bons préstimos na divulgação de uma matéria sobre o emprego da criação de "tilápias" no Quênia - Africa, com o fim de combater a MALÁRIA, que tanto mal tem causado à humanidade ao longo dos anos. E em reconhecimento a boa qualidade de suas matérias, o alcance social de seu trabalho, e ainda do seu grande valor como pessoa humana do qual tive a honra de vivenciar ao longo dos 05 (cinco) anos que participei ativamente da vida diária dessa cidade, venho humildemente reforçar o pedido com o objetivo de incentivar a todos os produtores rurais a praticarem a criação de "tilápias" em seus açudes, e assim, poder-mos todos comemorar a vitória sobre a malária e reconhecer que a libertação de certas doenças é possível através da ciência e da capacidade de divulgação de seus experimentos.
Estou confiante que será um grande passo em favor da qualidade de vida de todos os habitantes dessa vasta região Amazônica. Quantas vidas podem ser poupadas, quanta economia pode ser verificada com a diminuição ou mesmo a erradicação da "malária". Nós acreditamos em Deus e na capacidade de luta de todo homem-de-bem contra as adversidades que afligem nossos irmãos, acreditamos também no Poder da Imprensa e da sua importância na construção de uma nova era de pessoas iluminadas para a busca incessante do bem de todos. Finalizando, desejo manifestar a minha satisfação em poder acessar diariamente a sua página na web reconhecendo o seu valor e pedindo ao Senhor da vida para que te mantenha sempre assim combatendo o bom combate.
Um forte abraço do amigo Perli.
Eis a matéria:
Tilápia ajuda a combater malária no Quênia
da Efe, em Londres
Pesquisadores quenianos descobriram a importante função de um peixe simples, a tilápia, na luta contra a propagação da malária.

O apetite da tilápia pelos insetos era conhecido desde 1917. Mas pela primeira vez os cientistas divulgam dados sobre sua utilização no controle dos mosquitos, segundo os pesquisadores do Centro Internacional de Fisiologia e Ecologia de Insetos, com sede no Quênia.
Segundo a publicação britânica "BMC Public Health", o peixe pode desempenhar uma função muito importante porque os mosquitos são cada vez mais resistentes aos pesticidas. O parasita Plasmodium, causador da malária, é transmitido por meio da picada do mosquito.
A África Subsaariana, onde uma criança morre de malária a cada 30 segundos, responde por 90% dos casos em todo o mundo.
Os autores sugerem que, para os quenianos, o peixe pode ser um ótimo investimento. Além de limitar a quantidade de mosquitos, ele pode ser utilizado como alimento e fonte de renda.
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